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Arquivo mensal: abril 2008

Alfabeto Hebraico e Grego

ALFABETO HEBRAICO E SEUS SIGNIFICADOS

1 – ALEPH – “Sou o que sou”
2 – BETH – Jovem
3 – GHIMEL – Grande
4 – DALETH – Famoso, Ilustre
5 – HE – Majestoso
6 – VAU – Esplendoroso
7 – ZAIN – Imaculado
8 – HETH – Misericordioso
9 – TETH – Puro
10 – IOD – Deus Eternamente Vivo
11 – CAPH – Poderoso
12 – LAMED – Extremamente Sábio
13 – MEM – Bendito, Abençoado
14 – NUM – Formidável
15 – SAMECH – Apoio
16 – HAIN – Forte
17 – PHE – Redentor, Salvador
18 – TZADE – Justo
19 – KUPH -Santo
20 – RESH – Governador
21 – SHIN – Providência
22 – TAV – Graça

ALFABETO GREGO

Maiúscula

Minúscula

Nome

Letra

A

a

Alfa

A

B

b

Beta

B

G

g

Gama

G

D

d

Delta

D

E

e

Epsilon

E

Z

z

Dzeta

Z

H

h

Eta

H

Q

q

Teta

Q

I

i

Iota

I

K

k

Capa

K

L

l

Lambda

L

M

m

Mu

M

N

n

Nu

N

X

x

Csi

X

O

o

Ômicron

O

P

p

Pi

P

R

r

Rho

R

S

s

Sigma

S

T

t

Tau

T

U

u

Upsílon

U

F

f

Fi

F

C

c

Qui

C

Y

y

Psi

Y

W

w

Ômega

W

Bispo Hermes da Gama

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Publicado por em 30/04/2008 em MENSAGENS

 

CONQUISTANDO A CIDADE ATRAVÉS DA UNIDADE

A unidade está presente desde a criação de todas as coisas. Quando Deus formou o homem Ele disse: “Façamos … a nossa …” (Gn 1:26). Ao enviar os doze a ministrar, Jesus os mandou dois a dois. Ao enviar também os setenta, Ele os mandou dois a dois, Lc 10:1; 17-20. A unidade da igreja é indispensável para a conquista de grandes vitórias.

O Antigo Testamento relata grandes batalhas e jornadas do povo de Israel. Todos estes relatos trazem-nos profundos ensinamentos que devem ser executados em batalha espiritual através da unidade do povo de Deus. A unidade não é uma opção, é um dever de todo verdadeiro cristão e é um principio fundamental do Reino. Como povo de Deus devemos sempre zelar pela unidade.


Em Êxodo 17:8-16 há o registro sobre como Josué derrotou Amaleque (Pai de uma tribo na região Sul de Canaã) no Vale de Refidim (Um local de parada de Israel no deserto entre o Egito e o Sinai) enquanto Moisés se encontrava em uma montanha próxima intercedendo por ele. O principal instrumento humano para fluir do poder divino no Vale de Refidim foi Moisés, o intercessor: quando as mãos de Moisés se levantavam, Josué ganhava; quando se abaixavam, Josué perdia. Arão e Hur chegaram ao seu lado e fizeram o que era necessário para apoiar os braços do intercessor e, assim venceram a batalha. A batalha de Refidim foi ganha pela oração e pela unidade. Eles estavam no mesmo propósito, unidos com um só objetivo, por isso venceram. Há força na unidade que gera poder para destronar os inimigos. Já a falta dela enfraquece o corpo de Cristo.

Entramos numa batalha contra Satanás quando intercedemos pelas cidades, povos e nações.

A LEI DA GUERRA ESPIRITUAL PARA DERRUBAR AS FORTALEZAS ATRAVÉS DA UNIDADE

Quando os filhos de Israel estavam se preparando para conquis­tar a Terra Prometida, Deus baixou a lei da guerra. Essa lei é muito importante para nós, hoje em dia, quando percebemos que Deus esta­va preparando os israelitas para a guerra espiritual, e não apenas para uma guerra convencional. Qual exército convencional já con­seguiu conquistar e invadir uma cidade marchando ao redor dela por um determinado número de vezes e tocando trombetas feitas de chi­fres? Acredito que essas leis da guerra, registradas no capítulo vinte de Deuteronômio, são válidas para os nossos próprios dias. Isto é um ato profético em unidade.

ORAÇÕES DE ATOS PROFÉTICOS NA CONQUISTA DE CIDADES ATRAVÉS DA UNIDADE

As orações de atos proféticos através da unidade para a conquista da cidade só são efetuadas por ordem do Senhor, no tempo perfeito determinado por Ele, de acordo com a es­tratégia que o Senhor tiver revelado a uma equipe de oração (ver Jz 6.25-27).

O MAPEAMENTO ESPIRITUAL DA NOSSA CIDADE DEVE SER FEITO EM UNIDADE

O mapeamento espiritual fornece-nos uma imagem ou fotografia espiritual da situação nos lugares celestiais acima de nós. O que uma chapa de raios-X é para um cirurgião, o mapeamento espiritual é para os intercessores. Trata-se de uma visão sobrenatural que nos mostra as linhas, a localização, o número, as armas do inimigo, e, acima de tudo, como o inimigo pode ser derrotado.

O mapeamento espiritual desempenha o mesmo importante papel que a espionagem e o exame de campo do inimigo desempenham durante uma guerra. Esse mapeamento é um instrumento espiritual, estratégico e sofisticado, que é poderoso em Deus para ajudar na destruição das fortalezas do adversário.

O mundo natural é apenas um reflexo do mundo espiritual, e sem­pre houve conexão entre esses dois mundos. Nós, que estamos inte­ressados na guerra espiritual, estamos buscando constantemente uma tecnologia espiritual aprimorada através da unidade da igreja.

O mapeamento espiritual com freqüência é usado como confir­mação de coisas que já pudemos ver no Espírito. Uma vez que a nossa estratégia de guerra espiritual seja confirmada a partir de várias fontes, então poderemos avançar com maior ousadia. Se o Senhor revelar-nos o nome do valente de uma cidade, isso terá de ser confir­mado pelas Escrituras e pela história. Se tal valente tiver estado nas imediações por centenas de anos, então certamente ele terá deixado impressas as suas pegadas na história e na geografia da cidade. E tudo quanto precisamos saber sobre o nosso inimigo e suas tropas também foi revelado na Bíblia.

Usamos o mapeamento espiritual quando planejamos a nossa estratégia de oração. Que tipo de armas espirituais devemos usar? Qual é a natureza do campo de batalha? Em qual ordem de seqüên­cia deveremos abordar as questões sobre as quais oraremos? O principio de tudo é estarmos unidos num só propósito e objetivo, termos a mesma visão e andarmos juntos.

SETE QUESTÕES IMPORTANTES DO MAPEAMENTO ESPIRITUAL DE NOSSA CIDADE

1. Quais são os deuses principais da nação?

Quando o Senhor libertou o povo de Israel do Egito, disse: “…sobre todos os deuses do Egito farei juízos; eu sou o Senhor” (Êx 12.12).

2. Quais são os altares, os lugares elevados e os templos ligados à adoração dos deuses da fertilidade?

Quando Abraão chegou à Terra Prometida, ele edificou um altar a Deus e invocou sobre ele o nome do Senhor (ver Gn 12.8). Erigir um altar era incluir um território no pacto entre Deus e o seu povo esco­lhido. Aquele território, por assim dizer, entrava em relação de pacto com o Senhor. Quando os pagãos edificam altares aos seus deuses, eles fazem o seu território entrar em pacto com os ídolos e com os anjos malignos que estão por detrás desses ídolos (Dt 12.2, 3). Essa é a chave para que nações sejam abertas para o evangelho. Nos tempos do Novo Testamento, fazemos isso mediante a oração de guerra. Antes de uma oração de ação profética, precisa­mos mapear todos os lugares altos e seus altares, dedicados a outros deuses.

3. Líderes políticos, como reis, presidentes ou chefes tribais, têm-se dedicado a algum “deus” vivo?

Esse é um método com freqüência usado hoje em dia pe­los ditadores, para criarem uma falsa unidade e uma obediência cega da parte dos habitantes. Deus enviou um anjo para derrubar Herodes, que estava aceitando adoração como se fosse um deus vivo. E, depois que esse empecilho foi removido, Lucas foi capaz de escrever: “E a palavra de Deus crescia e se multiplicava” (At 12.24).

4. Tem havido derramamento de sangue, um poluente da terra?

Durante o reinado de Davi, a fome se instalou no país por três anos sucessivos. Davi buscou a face do Senhor, e o Senhor disse: “É por causa de Saul e da sua casa sanguinária, porque matou os gibeonitas” (2 Sm 21.1). Davi tratou da culpa de sangue, que estava provocando escassez de alimentos, segundo as normas do Antigo Testamento, e Deus respondeu às orações em favor da terra. A colheita foi salva de posteriores destruições.

5. Como foi lançada a pedra fundamental da cidade ou nação em pauta?

“E os que de ti procederem edificarão os lugares, antigamente asso­lados; e levantarás os fundamentos de geração em geração; e chamar-te-ão reparador das roturas, e restaurador de veredas para morar” (Is 58.12).

6. Como têm sido recebidos os mensageiros de Deus?

“E, se ninguém não vos receber, nem escutar as vossas palavras, sa­indo daquela casa ou cidade, sacudi o pó dos vossos pés” (Mt 10.14). Esse ato fará o julgamento de Deus sobrevir a uma cidade que se mostre assim pouco acolhedora.

7. Como foram edificadas as antigas sedes de autoridade?

O mapeamento espiritual, com vistas às orações de ação profética, nos conduz a novas áreas.

As antigas sedes de autoridade com freqüência foram edificadas mediante acordos com os ídolos. O ofício presidencial talvez tenha sido dedicado ao mais poderoso espírito territorial do presente, como também aos mortos — seus ancestrais. Desse modo, uma sede de poder foi dedicada a um deus após outro, e todos eles têm certas reivindicações sobre o ofício.

Bispo Hermes da Gama

 
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Publicado por em 30/04/2008 em MENSAGENS

 

AS SETE MENSAGENS DE JESUS NA CRUZ

(By Bispo Hermes da Gama)

<! 1) PAI, PERDOA-LHES PORQUE NÃO SABEM O QUE FAZEM (Lc 23:34). Esta é a mensagem do perdão. É a voz do sumo Sacerdote perante o Altar de Deus oferecendo-se a Si mesmo em sacrifício. É o momento que Jesus se impôs como o Grande intercessor – o oferecimento do grande sacrifício por nós. Esta foi a oração feita por Jesus, rogando perdão para os seus inimigos. Este é o preço do Calvário: implora o nosso perdão; chora por nós e conosco; pede que o Pai nos perdoe, porque não sabemos o que fazemos. Nesta prece de Jesus, não há apenas intercessão, há mais do que isto; há uma demonstração do Seu amor e do nosso dever. Este apelo de Jesus revela a grandiosidade do seu amor que é imensurável e incondicional. Jesus é o único Mediador entre nós e Deus. Devemos sempre perdoar, porque Ele nos perdoou primeiro.

<! 2) HOJE MESMO ESTARÁS COMIGO NO PARAISO (Lc 23:43). Esta é a mensagem da salvação. É uma promessa de Cristo ao assaltante arrependido. Apesar de indigno, cheio de pecado, ele, que há um momento atrás blasfemava contra o Senhor, volta-se para Jesus. O que lhe deu esperança? – A grandiosidade do amor de Deus revelado em Cristo no Calvário. Jesus olha para ele, responde ao seu pedido como Deus o faria, porque Jesus é Deus! – “Hoje estarás comigo no paraíso”. Jesus é a nossa Salvação, só Ele nos concede a vida eterna.

<! 3) MULHER, EIS AI TEU FILHO; FILHO, EIS AI SUA MÃE (Jo 19;26-27). Esta é a mensagem da família, mensagem da entrega. A entrega de sua mãe aos cuidados do discípulo amado. Esta é uma nova agonia de Jesus: a lembrança do lar. Maria permanecia diante da cruz. Ficou ali parada, muda, olhando aquele amor, que era maior do que se podia compreender. Mãe de coração quebrantado, que tem tristezas, provações em seu lar, separação, solidão. João também olhou para Jesus e este lhe disse: “Eis ai tua mãe”. João era seu amigo. Um amigo fiel, um amigo que sente, que entende, que ajuda, compreende e crê. Um amigo nunca abandona. Um amigo ampara, é forte na morte, nunca trai, sempre perdoa. Jesus santificou a amizade em Sua Paixão. João era seu amigo de verdade. Há amigo mais chegado do que um irmão. Havia permanecido perto de Jesus e naquele último momento, quando Ele devia ser deixado só, deu a João, num amor altruísta – a benção mais preciosa que Ele tivera nesse mundo – sua mãe.

<! 4) DEUS MEU, DEUS MEU, PORQUE ME DESAMPARASTE? (Mt 27:46; Mc 15:34). Esta é a mensagem da oração, do clamor. Pouco antes de Sua morte, houve o clamor de desamparo, de solidão, de deserto, de dor. O horror pela escuridão cai sobre eles. Há silêncio ao redor da cruz, exceto o ruído do Precioso sangue pingando da cruz em resgate da humanidade, o sangue-vida de Deus em Cristo, está caindo no chão. Este é o único som que se houve ao redor da cruz. E eis que dali sai uma voz, como um murmúrio pelo silêncio de Deus. Não é um grito de misericórdia, não é um grito de dor; mas é um grito cheio de angústia. Aqui Jesus fala como homem. Falando como homem, nenhuma gota de sofrimento lhe é poupada. Ouça este grito de angústia e lembre-se que nunca um grito de dor ou de agonia sai de você, sem que encontre eco no coração de Deus. Naquele momento de escuridão, com as nuvens e a obscuridade ao redor Dele, Jesus estava experimentando as agonias do inferno – a separação de Deus. – Não ter Deus por perto, não falar com Ele, não sentir Sua presença, não ser capaz de chamá-lo, eis a conseqüência do pecado. Jesus, para que pudéssemos ganhar a salvação, e nos arrebatar dos tormentos do inferno, arremessou-se na escuridão onde Ele foi esquecido, para que nós nunca o fôssemos por Deus.

<! 5) TENHO SÊDE (Jo 19:28). Esta é a mensagem da necessidade. É o grito de angústia física. Este pedido de Jesus foi seu primeiro grito de dor física. A dor é a coisa mais profunda que conhecemos nesta vida. Todos nós a experimentamos, mais cedo ou mais tarde. Saber que Deus pode sentir os sofrimentos da dor, é saber que o maior de todos se une ao menor, é saber que o Altíssimo se inclina ao mais baixo, é saber que Deus ama o homem. O fim está chegando! O pobre doente vira, abre os olhos e diz fracamente: “Tenho sede! Tenho muita sede!” Seu pobre corpo estava fraco e abatido. Tenho sede, sede causada pela febre, pelas dores cruciantes, Seus lábios estavam totalmente ressequidos. Era não só a sede de água, mas também sede de alma, sede da salvação dos pecadores. A sede da alma piedosa de Jesus, não pôde ser saciada a não ser com lágrimas das nossas almas arrependidas. Nós fomos feitos para saciar a Sua sede, para atender aos Seus rogos.

<! 6) ESTÁ CONSUMADO (Jo 19:30). Esta é a mensagem da vitória, da Obra completada. É o grito de vitória por Ter obedecido até a morte, e morte de cruz. Combateu o bom combate e completou a carreira. Esta é a mensagem da fidelidade, da obediência. A última cena da vida do Senhor Jesus está perante nós. Chegamos ao fim, quando o Senhor Jesus murmura as últimas palavras sacrificiais: “Está Consumado!” A profecia está consumada. A Obra está consumada. A verdade está consumada. O exemplo é consumado! O caráter perfeito, a união da ternura e da força são coroados pela perseverança. A batalha está consumada. A vitória está ganha. A Igreja está consumada. O Corpo de Jesus está edificado. A redenção está consumada. Os sofrimentos do Mestre chegaram ao fim.

<! 7) PAI, EM TUAS MÃOS ENTREGO O MEU ESPÍRITO (Lc 23:44-48). Esta é a mensagem da comunhão. É o grito de resignação. A Obra Sacerdotal já estava consumada. Jesus, o Homem, termina finalmente Sua carreira de tristeza. A alma humana estava deixando o corpo. Os rostos pálidos olham além da escuridão, mas os lábios não nos falam e não nos contam nada a respeito daquele mistério. Mas há uma voz que soa além-túmulo, uma voz de poder e de amor, a voz Daquele que venceu a morte, a mesma voz que disse naquele dia do Calvário – “Nas Tuas mãos entrego o Meu espírito”. A morte de Jesus é a revelação desta última compaixão. O mistério da morte de Jesus é o mistério de Seu excessivo amor. O mistério da morte de Jesus é o mistério da compaixão humana. Isto tudo é a revelação da resignação à vontade de Deus.

Que com estas sete mensagens de Jesus na cruz, você possa tirar grandes lições para aplicar em sua vida. Amém!

 
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Publicado por em 07/04/2008 em MENSAGENS

 

INTERCESSORES PESSOAIS A FAVOR DO SEU LÍDER

“…Um anjo intercessor, um dos milhares…” (Jó 33:23)

O Líder precisa de intercessores pessoais em tempo integral que os mantém constantemente, isto é, todos os dias, diante do trono de Deus.

Os intercessores são pessoas que entendem os princípios de batalha espiritual a favor do seu líder e do seu ministério.

O líder precisa receber intercessão pessoal de pelo menos um pequeno grupo envolvido com oração sistematicamente. Intercessores pessoais é um presente que Deus oferta aos líderes cristãos.

Cada líder precisa recrutar uma equipe de intercessores pessoais a favor de sua vida, família e ministério. Pessoas certas que estarão altamente comprometidas com ele em oração.

É propósito de Deus levantar esses intercessores. Deus quer levantar intercessores que se coloquem na brecha da oração a favor da liderança. Será um momento de oração especial em bases altamente contínuas. Serão parceiros de oração ativos.

Em Êxodo 17:8-16 há o registro sobre como Josué derrotou Amaleque no Vale de Refidim enquanto Moisés se encontrava em uma montanha próxima intercedendo por ele.

O principal instrumento humano para fluir do poder divino no Vale de Refidim foi Moisés, o intercessor: quando as mãos de Moisés se levantavam, Josué ganhava; quando se abaixavam, Josué perdia. Arão e Hur chegaram ao seu lado e fizeram o que era necessário para apoiar os braços do intercessor e, assim venceram a batalha. A batalha de Refidim foi ganha pela oração.

Ninguém poderá estar ocupado demais para orar. Muito menos os intercessores pessoais. Eles devem se disciplinar a ficar diante de Deus a favor dos seus líderes. Intercessores permanentes.

O líder deve orar sozinho, mas deve também, e é fundamental, que ele chame outros a ajudá-lo por meio de suas orações. Os pastores têm falhado em buscar intercessão pessoal.

Todo cristão tem o papel de orar e interceder, mas Deus deu a alguns o dom da intercessão. Os intercessores oram muito mais tempo do que o cristão comum, eles oram com mais intensidade, deleitam-se em orar mais, vêem respostas mais freqüentes às suas orações e tem ouvidos espirituais para ouvir a Deus com prontidão do que a maioria.

No melhor que posso calcular, eles podem representar aproximadamente 5% dos membros de uma igreja comum. Entretanto, em muitas igrejas, os intercessores nunca foram reconhecidos.

Alguns pastores não têm idéia que existam intercessores especialmente chamados e abençoados. Outros talvez conheçam os intercessores, mas se sentem ameaçados por eles porque são conhecidos por ouvirem regularmente de Deus e podem saber algumas coisas sobre a igreja que o pastor nunca ouviu.

Alguém disse: “Se eu fosse Satanás, daria maior prioridade em manter os pastores e intercessores separados”.

A pessoa que tem a maior autoridade espiritual na igreja é o pastor. Aqueles que ouvem mais de Deus, frequentemente mais do que o pastor, são os intercessores. Coloque-os juntos e você passa a ter uma combinação vencedora.

Não devemos concluir que as pessoas que não tem este dom não podem se envolver como intercessores pessoais dos líderes.

A Bíblia menciona algo sobre Pedro, At 12:5. É provável que Maria tenha sido a intercessora pessoal de Pedro. Não tenho dúvidas de que o que aconteceu na casa de Maria literalmente salvou a vida de Pedro.

Quando Paulo escreve aos crentes em Roma, ele busca por intercessão pessoal, Rm 15:30, Ef 6:18-19, Fp 1:19. Acredito que Evódia e Síntique eram as intercessoras pessoais de Paulo, Fl 4:2-3. O significado literal do grego é que realmente “estiveram em batalha espiritual em favor”. Isto soa muito como descrição do trabalho dos intercessores pessoais.

Os líderes devem obter intercessores pessoais e manter intercessores pessoais. Infelizmente, nem todos os pastores estão abertos a ter intercessores.

É emocionalmente ver a liderança pastoral se tornando cada vez mais ciente do ministério da intercessão. Seu interesse no desenvolvimento de intercessores e a apropriação dos seus dons da igreja encorajarão o restante do Corpo a orar.

Alguns dos intercessores pessoais dos líderes sabem muito mais sobre eles do que eles mesmos. São intercessores profetas. Esses intercessores pessoais sabem das necessidades de seu líder em termos íntimos. Esses intercessores pessoais devem ter o número do telefone dos seus líderes e serem encorajados a ligar a qualquer hora do dia ou da noite, se for preciso. Além de suas famílias, essas são as pessoas mais importantes de suas vidas.

Deus tem dado a nós líderes, um presente precioso que são os intercessores pessoais.

OBRIGADO SENHOR, PELOS MEUS INTERCESSORES!

Bispo Hermes da Gama

 
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Publicado por em 03/04/2008 em MENSAGENS

 

O PECADO CONTRA O ESPÍRITO SANTO

imagesO QUE É A BLASFÊMIA CONTRA O ESPÍRITO SANTO?

“Portanto, Eu vos digo: Todo pecado e blasfêmia se perdoará aos homens, mas a blasfêmia contra o Espírito Santo não será perdoada” (Mt. 12:31).

Várias pessoas já me perguntaram o que é o pecado contra o Espírito Santo. Durante muito tempo eu fiquei sem saber o que realmente seria o pecado contra o Espírito Santo. Às vezes ficava preocupado com isso e esta preocupação durou até o momento em que o próprio Espírito Santo me falou de uma maneira tão simples, que pude entender com muita facilidade. Hoje, já respondi a várias pessoas.

O Espírito Santo é a Terceira Pessoa da Trindade Divina. Ele é Santo, Puro e Perfeito. Por ser Ele uma Pessoa, Ele também entristece. A Palavra de Deus diz que não devemos apagar o Espírito e nem entristecê-lo (Ef. 4:30, I Ts. 5:19). No princípio da criação Ele pairava sobre a face das águas. O mundo foi criado com mais água do que terra (Gn. 1:2). Ele esteve com Deus no princípio de todas as coisas.

É o Espírito Santo que convence o homem do pecado, do juízo e da justiça. O homem foi criado, espírito, alma e corpo; e após a sua queda ele tornou-se corpo, alma e espírito.

O que entendemos por blasfêmia? Blasfêmia é uma ofensa à Divindade, um desrespeito ao Deus vivo, rejeição ao Criador, negar, ser contra. A blasfêmia envolvia um abuso direto e explícito do nome de Deus. Há um grupo de palavras traduzidas como blasfemar que ocorre 56 vezes no texto grego do Novo Testamento. O verbo grego blasphemeo, por sua vez ocorre 34 vezes, com o sentido de “falar acusatoriamente”, “injuriar”, “descompor” e “caluniar”. O substantivo blasfêmia ocorre 18 vezes no texto grego, com o sentido de “injúria”, “detração”, “difamação” e “fala injuriosa”. As outras quatro ocorrências estão na forma adjetiva. Segundo Joseph Thayer, o sentido que deve ser atribuído à palavra blasfêmia é “falar injuriosamente contra o bom nome de alguém ou ainda falar de forma injuriosa contra a majestade divina”. No Antigo Testamento encontramos um grupo de palavras sinônimas traduzidas com o sentido de “blasfêmia”. Os termos hebraicos gadap, hârap, nâgab e nâáts são traduzidos respectivamente por “injuriar” (pessoas), “blasfemar” (contra Deus), “reprovar”, “blasfemar”, “desafiar”, “insultar”, “censurar”, “nomear”, “desprezar”, “rejeitar”, “abominar”. O substantivo blasfêmia, por exemplo, no Salmo 74:10, pode ser traduzido como “dizer coisas duras, censurar, zombar”. Blasfemar, portanto, tem o sentido de “falar (não apenas pensar) de forma deliberada e consciente contra a autoridade divina”. No contexto do Novo Testamento, o termo blasfêmia mantém o sentido de “atribuir ao diabo aquilo que é obra de Deus”, isto é, o que se constitui uma injúria e um insulto contra Deus. Os fariseus atribuíram a satanás aquilo que era obra do Espírito Santo, e Jesus disse que isto era uma blasfêmia.

Por que a blasfêmia contra o Espírito Santo é um pecado imperdoável? A misericórdia de Deus não dura para sempre? Veja bem! Em primeiro lugar, quando analisamos o contexto onde a palavra foi aplicada, Jesus estava dirigindo aos fariseus que estavam atribuindo a Obra de Deus aos demônios. Atribuiu ao diabo uma obra do Espírito Santo. Jesus libertou e curou um endemoninhado cego e mudo pelo poder do Espírito Santo (Mt. 12:28, At. 10:38) e os fariseus murmuravam entre si dizendo que Jesus havia curado e expulsado o demônio pelo poder de Belzebu (maioral ou príncipe dos demônios; senhor das moscas). Quem eram os fariseus? Antes de prosseguirmos, deixa-me descrever um pouco sobre eles. O nome fariseu já adquiriu um sentido de hipócrita. Eram pessoas que faziam parte de uma das principais seitas dos judeus e de muita influência entre o povo, que insistiam no cumprimento rigoroso da lei e das tradições. Eram um povo separado dos outros povos e que observavam práticas minuciosas e esqueciam da Graça que estava acima da lei. A literatura talmúdica é unicamente obra dos fariseus. Eles nunca tiveram compromisso com Deus e não são convertidos ao Evangelho do Reino. Seguia a Jesus não como compromisso, amor ou obediência à Verdade, mas para tentar encontrar alguma coisa que pudessem usar para condená-lo. Eram perseguidores do ministério de Jesus (Mt. 15:7-9).

Todo pecado e blasfêmia se perdoarão aos homens. Deus é quem perdoa todas as nossas iniquidades (Sl. 103:3). Portanto, quando ofendemos, negamos e rejeitamos Aquele único que nos perdoa, anulando e cancelando nossos pecados, então não teremos perdão, pois, não teremos quem poderá nos perdoar! Quem não é com Jesus é contra Jesus (Mt. 12:30)!

É o Espírito Santo quem nos convence do pecado, é Ele quem nos convence da justiça e do juízo de Deus (Jo. 16:8). A pessoa que ofende, nega e rejeita a presença do poder do Espírito Santo, está negando e rejeitando a si mesma a única esperança, a única chance e oportunidade; está cortando a comunicação, o contato e quebrando a aliança com Aquele que pode levá-la a Jesus Cristo, o único Senhor e Salvador dos homens. Quando o Espírito Santo é blasfemado, ou seja, injuriado, tendo suas obras atribuídas a satanás, quem irá convencer agora o homem? A. T. Robertson observa que é justamente isso que caracteriza o pecado imperdoável. Colin Brown observa que o “homem que blasfema contra o Espírito Santo é aquele que reconheceu que Deus está operando mediante o Espírito Santo e que deliberada e conscientemente dá uma definição falsa da fé em Deus como sendo fé no diabo”.

Creio que os cristãos que temem blasfemar contra o Espírito Santo e creem em Cristo como o Filho de Deus e seu Salvador, jamais cometerão este pecado.

O apóstolo Paulo, escrevendo ao seu filho na fé, Timóteo (I Tm. 1:13-14), diz: “Ainda que outrora eu era blasfemador, perseguidor, e injuriador, mas alcancei misericórdia, porque o fiz por ignorância, na incredulidade”. Ele blasfemava contra os cristãos e contra o Autor da nossa fé por ignorância, mas, quando o Espírito Santo o convenceu de seus pecados, da justiça e do juízo de Deus e o levou a Cristo, ele foi perdoado.

A blasfêmia contra o Espírito Santo é um pecado singular e somente abrange aqueles que já experimentaram o poder do Espírito em suas vidas e depois por algum motivo o rejeitaram com escárnio e endu­recimento. A blasfêmia contra o Espírito Santo é um pecado diferente dos demais; pois, para ele não há perdão. Os fariseus o cometeram quando, com intuito de afastar o povo de seguir a Jesus, afirma­ram que Ele havia expulsado demônios pelo espírito de Belzebu: Mt. l2.24.Pecado contra o Espírito Santo é rejeitar as mais claras provas de que as obras de Jesus fo­ram feitas pelo poder do Espírito e alegar que estes milagres pertencem ao Diabo. Isso é sinal de endurecimento completo, a ponto de não existir nenhuma esperança de arrependimento e conversão: o pecador torna-se incapaz de conhecer ou distinguir o divino do diabólico. Aquele que comete pecado dessa natureza sofre um afasta­mento imediato do Espírito Santo da sua vida, o que ocasiona morte espiritual total. É necessário ressaltar que, às vezes, aparecem pessoas, até chorando, por acha­rem que pesa sobre elas este pecado e, jul­gam que nunca poderão ser perdoadas. Po­rém, só o fato de estarem arrependidos, desejosos de salvação ou perdão, prova que não blasfemaram contra o Espírito Santo; pois, o próprio Espírito os está chamando para o arrependimento.

Para uma pessoa chegar a pecar contra o Espírito Santo, ela tem que estar com a mente e o coração totalmente cauterizados pelo diabo, isso é para pessoas que decidiram por vez não querer a salvação de suas vidas, não é fácil blasfemar contra o Espírito Santo, ninguém sai por ai blasfemando contra Ele, para chegar a tal condição a pessoa só pode ter feito um pacto com o diabo e rejeita e renuncia toda a vontade de Deus, creio que nem um “ateu” peca contra o Espírito Santo. A pessoa para fazê-lo para tal ato acontecer tem que estar totalmente consciente do que está fazendo, tem que estar totalmente possessa, endemoninhada.

Concluindo! Blasfemar é proferir palavras abusivas contra Deus de modo consciente e malicioso. Este pecado se torna particularmente horrendo praticar contra o Espírito Santo, pois resulta no afastamento e separação do único que pode conduzir o pecador a Deus. A blasfêmia é pecado imperdoável, se afasta conscientemente do plano redentor de Deus e revela por si mesmo Ter um coração insensível, que não se aflige pelo pecado. Satanás tem atormentado muitas pessoas, imputando a elas este “pecado imperdoável”. Entretanto, o fato de uma pessoa afligir-se pelo temor de haver cometido tal pecado é a prova de não o Ter praticado, pois aqueles que o praticam, tão insensíveis se tornam que nem se apercebem que estão pecando. Jesus advertiu aos fariseus duramente quanto ao perigo de blasfêmia e, através dessa advertência, fala aos homens de todos os tempos a respeito desse perigo de cortar a comunicação, o elo de ligação com o único que pode levá-los a Jesus Cristo. Portanto, quem peca contra o Pai e o Filho são perdoados, mas à partir do momento em que rejeitam o Espírito Santo, rejeita aquele que regenera, que convence; estão automaticamente rejeitando a salvação, e como poderão se salvar quem rejeita a salvação? A blasfêmia contra o Espírito Santo consiste na rejeição da graça divina.

*****

OS SOFRIMENTOS DO ESPÍRITO SANTO

1)Ele é desafiado pela rebeldia, Is. 63:10.

2)Ele é blasfemado pela arrogância e impiedade do homem, Mt. 12:31-32.

3)Ele é tentado através da hipocrisia, At. 5:1-11.

4)Ele sente-se traído pela mentira e ganância do homem, At. 5:3.

5)Ele é resistido pelos carnais e incrédulos, At. 7:31, Gn. 6:3.

6)Ele é entristecido por conversas torpes, Ef. 4:29-30.

7)Ele é apagado pela desobediência do crente, I Ts. 5:19.

8)Ele é ofendido (injuriado, afrontado, ultrajado) pela soberba do homem, Hb. 10:29.

Bispo Hermes da Gama

 
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Publicado por em 03/04/2008 em MENSAGENS

 

UNÇÃO PROFÉTICA PARA HOJE!

(2 RS 2:1-14)

Vivemos hoje tempos de reforma apostólica e profética em todo o mundo. Há um mover profético hoje! A unção prometida para o tempo final já está vindo. A unção profética.

Você é uma pessoa cristã conformada e sem muitas aspirações? Está satisfeito com o que já recebeu de Deus?

Elias se tornou o símbolo do ministério profético. Ele alcançou um nível de autoridade espiritual, de unção e de intimidade com o Senhor que poucos na história conseguiram conquistar.

NOS PASSOS DO PROFETA

GILGAL, A PRIMEIRA CAMINHADA DO PROFETA (2 RS 2:1) – Uma série de acontecimentos importantes na história de Israel se deu em Gilgal. O primeiro principio para a conquista da porção dobrada da unção está em Gilgal. A geração de Hebreus que nasceu ou cresceu no deserto só foi circuncidada em Gilgal, Js 5:8-9. A primeira páscoa celebrada após a saída do Egito se deu em Gilgal, Js 5:9-10.

Deus concede o dobro, a porção dobrada ou mais que o comum, a homens de aliança. Gilgal simboliza “Aliança”, “Círculo de Pedras”. Significa aliança sólida e forte.

Eliseu não teria conquistado a porção dobrada de Elias se não tivesse passado por Gilgal. Este é o primeiro passo para o dobro: aliança. Se nós queremos o melhor, se anelamos a porção dobrada, teremos que passar por Gilgal, teremos que tornarmos homens de aliança! É preciso estar pactuado com Deus, ter o coração circuncidado.

Nenhum homem, nem mesmo o diabo é capaz de resistir ou barrar a um cristão determinado! A porção dobrada está ao alcance dos que se tornam incansáveis na busca do melhor, até que o manto da unção profética repouse sobre sua cabeça. Há um manto de unção em dobro esperando por você alguns passos adiante. Siga em frente.

BETEL, A SEGUNDA CAMINHADA DO PROFETA – (2 RS 2:2) – O manto profético, a unção em porção dobrada nunca virão em nossas vidas sem que estejamos arraigados a Betel, ou seja, plantados na Casa de Deus.

JERICÓ, A TERCEIRA CAMINHADA DO PROFETA – (2 RS 2:4) – Se alguém realmente está disposto a multiplicar o que recebido de Deus, como Eliseu, também terá que vencer sua própria Jericó. O nome Jericó tem múltiplas interpretações. Uma delas é: Lugar mal-cheiroso! O lugar era também conhecido como “Cidade das Palmeiras – Lugar de Fragrância”. Um dos passos para o melhor de Deus, é a cura da alma, o tratamento do caráter! Não podemos admitir uma vida de aparências: Palmeiras por fora, mal-cheiro por dentro. Temos que ser maduros, sadios, curados! Não podemos mais admitir que nossas palavras ou reações exalem mal-cheiro, isto é, que sejam contrárias à fé que professamos.

JORDÃO, A QUARTA CAMINHADA DO PROFETA – (2 RS 2:6) – Depois de terem passado por Jericó, Eliseu teve que atravessar o Jordão para continuar acompanhando a Elias até o ponto no qual o manto da transferência da unção do profeta lhe cairia sobre a cabeça. Jordão significa: o que desce. O rio Jordão possui o maior curso da Palestina. É o rio mais famoso do mundo. Transcorre por uma distância aproximada de 121 km desde o lago Hulé até o Mar Morto. O rio Jordão é o único que se acha abaixo do nível do mar. Atravessar o Jordão nos fala de romper limites. A questão é que o manto só cai além do Jordão! Portanto, é necessário descer, abaixar para pegar o manto. Descer nos ensina sobre humilhar. Os humilhados serão exaltados. Descer à Casa do Oleiro para receber a unção profética. Canaã – a terra prometida – também está após o Jordão.

Não há limites que não possam ser ultrapassados, vencidos ou superados. Não fomos chamados para ficar aquém do que podemos alcançar, conquistar em Deus. Um novo manto lhe espera um pouco além dos limites.

O caminho para a porção dobrada tem passagem obrigatória pelo discipulado. Os que desejam o manto da unção em dobro, precisa se dispor a ver outros subindo primeiro.

Desde o princípio de sua caminhada com Elias, Eliseu se revela um bom discípulo, 2 Rs 2:10. Quem deseja o manto da unção profética, deve estar disposto a ver o outro subindo primeiro!

Que o Senhor da unção, o Profeta dos profetas, nos conceda graça para trilharmos o caminho que nos conduz à vitória, e a apropriação da unção profética, que, com certeza, fará toda a diferença em nossa vida e ministério.

DEUS NOS ABENÇÕE!

Bispo Hermes da Gama

Texto Adaptado do livro:

Nos Passos do Profeta,

de Mauro Alves

 
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Publicado por em 03/04/2008 em MENSAGENS