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Publicado por em 11/08/2008 em MENSAGENS

 

A Natureza: A Primeira Missionária de Deus

“Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das Suas mãos. Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite. Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som, no entanto, por toda a terra se faz ouvir a Sua voz e as Suas palavras até aos confins do mundo”, (Sl. 19:1-4).

Escrevi este texto baseado num pequeno trecho que me abençoou muito, de um dos maiores escritores da literatura evangélica, e um dos meus preferidos, Max Lucado.

No principio criou Deus os céus e a terra, Gn. 1:1. Cada estrela é um anúncio. Cada folha, uma lembrança. A natureza é uma canção de muitas partes, mas de um só tema e um só verbo: Deus.

Há centenas de anos atrás Tertuliano declarou: Não foi a pena de Moisés que introduziu o conhecimento do Criador… a maior parte da humanidade, mesmo sem nunca ter ouvido o nome de Moisés – para não falar de seus livros – conheceu, não obstante, o Deus de Moisés. A natureza é a professora… Uma flor da cerca viva… uma concha vinda do mar… uma pena de uma ave do pântano… falariam a você de um Criador mesquinho?… Se eu lhe oferecer uma rosa, você não desprezará seu Criador. A rosa é uma das mais belas flores, bonita, cheirosa, de várias cores. É tão bela, que o ditado popular diz: “Quem ama a rosa suporta seus espinhos”. Quem, por mais descrente que seja, rejeita uma flor, principalmente uma rosa?

A criação é a primeira missionária de Deus. Existem aqueles que nunca seguraram uma Bíblia, ou ouviram um trecho das Escrituras. Existem aqueles que morrem antes que um intérprete traduza a Palavra de Deus para a sua lingua. Milhões viveram nos tempos antigos, antes de Cristo, e outros milhões vivem em terras distantes, longe dos cristãos. E há os simplórios, incapazes de compreender o Evangelho. O que reserva o futuro dessas pessoas que nunca ouviram de Deus?

Pode Deus condenar alguém que não teve a oportunidade de escolher a perdição ou a salvação? Pode Deus excluir alguém que nunca teve a oportunidade de saber que Jesus Cristo é o único Senhor e Salvador? A natureza revelou-lhes o seu Criador. Creio que o conhecimento de Deus que tiveram foi a revelação da própria criação de Deus. Nada surgiu por acaso; nada surgiu do nada, do vazio. Toda a bela criação tem Alguém por tráz. Deus, o Soberano Senhor.

O coração humano pode conhecer a Deus através da natureza. O problema não é que Deus não fale; nós é que não ouvimos. A natureza, criação de Deus, proclama, anuncia e discursa as obras de Deus. Os atributos invisíveis de Deus, assim o Seu etreno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas, Rm. 1:20.

Os céus estrelados dão testemunho do Seu poder eterno e divindade. A própria criação testifica de Seu Criador, que é uma razão para uma reverência interior e uma “sensação de Deus” nos comover quando contemplamos o céu noturno, refletimos sobre as cachoeiras, o curso dos rios e as marés incessantes do oceano ou olhamos nos olhos de uma criança. O sol e a lua refletem a glória do Criador. O sol, a lua e todas as estrelas luzentes louvam ao Senhor, Sl. 148:3. O Senhor conta o número das estrelas, chamando-as a todas pelos seus nomes, Sl. 147:4.

As cores e o canto dos pássaros expressam a glória de Deus. O nascer e o crescimento de uma flor reflete Deus. A criação de Deus tem sentimento, Rm. 8:22. O cheiro das águas tráz restauração, renovo, esperança e faz surgir de novo, Jó 14:7-9. Os rios batam palmas e juntos cantam de júbilo os montes, Sl. 98:8. Os montes saltaram como carneiros, e as colinas como cordeiros, Sl.114:4. O deserto e a terra se alegrarão, Is. 35:1. Por esses meios, os seres humanos experimentam então as mensagens do Deus todo poderoso. Todo ser que respira, louve ao Senhor, Sl. 150:6.

Do Senhor é a terra e a sua plenitude, Sl. 24:1; I Co. 10:26. Como as águas cobrem o mar, toda a terra se encherá do conhecimento da glória do Senhor, Is. 11:9; Hq. 2:14.

By Bispo Hermes da Gama

 
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Publicado por em 08/08/2008 em MENSAGENS